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Conselheiro: para aconselhar ou transacionar?

Executivos de sucesso, muitas vezes forjados no calor das grandes multinacionais têm uma habilidade impressionante para transações rápidas e eficientes. Mas será que isso é o suficiente para ser um conselheiro de empresas?

 

Vivi esses dois mundos em minha experiência profissional vindo de um grande banco e hoje atuando com empresas familiares pelo Brasil.

 

No mundo atual, a habilidade relacional se tornou um valor inestimável. A era dos conselhos de administração que apenas analisam números, aspectos jurídicos e tomam decisões com base em gráficos e relatórios já não responde aos desafios complexos das empresas modernas—especialmente das empresas familiares de pequeno e médio porte.

 

Essas empresas, que formam a espinha dorsal de muitas economias – 95% das empresas brasileiras -, não se movem apenas por transações; elas prosperam nas relações. Aqui, a confiança, o entendimento mútuo, e a sensibilidade para dinâmicas familiares são fundamentais. Como conselheiro, sua habilidade de construir e manter relações sólidas pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso. E, ironicamente, é exatamente esse “desaprender” da abordagem transacional — tão enraizada nas grandes corporações — que pode te abrir portas para uma atuação muito mais impactante.

 

As grandes empresas, especialmente as multinacionais presentes em grandes centros urbanos, muitas vezes nos condicionam a ver as relações como secundárias. Mas nas empresas familiares, essa competência relacional é a essência. Você está preparado para fazer essa transição? Para deixar de lado a mentalidade transacional e mergulhar no mundo das relações autênticas e transformadoras?

 

Fiquei muito feliz ao perceber que, entre os inscritos para a minha próxima turma de preparação de conselheiros do Instituto Empresariar, já esgotada, onde de forma personalizado e técnica aprofundo essa preparação -, uma parte significativa são profissionais sêniores, já certificados, que buscam uma abordagem mais humana, menos transacional. Isso demonstra a crescente consciência sobre a importância de desenvolver uma postura relacional no papel de conselheiro.

 

Se isso te interessa, convido você a vir comigo e conhecer minhas vivências práticas no mundo das pequenas e médias empresas familiares. Vamos explorar juntos como essa competência relacional pode ser o seu maior trunfo como conselheiro.

 

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CR 🦉✨

Artigo original: Leia aqui.