Se Friedrich Nietzsche estivesse em uma reunião de Conselho hoje, o que ele diria? Provavelmente, soltaria um riso irônico ao ver relatórios impecáveis, gráficos e análises de risco. Afinal, a história não se move por cálculos, mas por vontades.
Governança e a moral dos fracos
Nietzsche desprezava a mediocridade conformista. Ele via na moral dos fracos uma prisão que impedia a inovação. Pense em um #conselho que adota decisões apenas porque “sempre foi assim”, que teme escolhas disruptivas e se esconde atrás de regras. Isso não é #governança – é burocracia sofisticada.
O CR – Conselheiro Especialista em Empresas Familiares não pode ser um espectador. Sua função não é validar processos, mas desafiar premissas. Não basta ler balanços, é preciso decifrar os códigos ocultos da empresa e saber quando romper a ordem estabelecida.
O eterno retorno da mesmice
Nietzsche nos provocou com a ideia do Eterno Retorno: e se cada decisão tivesse que ser revivida infinitamente? Quantas empresas familiares giram em círculos, adiando decisões críticas e repetindo os mesmos erros?
O CR precisa romper com essa inércia. A pergunta essencial: se essa escolha precisasse ser repetida eternamente, eu a tomaria com convicção? Se a resposta for um hesitante “talvez”, algo precisa ser revisto.
A morte do Conselheiro ornamental
Nietzsche matou Deus para libertar o homem. Nos #conselhos, é hora de decretar a morte do Conselheiro Ornamental – aquele que tem cadeira, mas não impacto. O CR deve ser um arquiteto da transformação e, para isso, precisa:
1️⃣ Ler além dos números – relatórios silenciam mais do que revelam.
2️⃣ Dominar a arte da influência – decisões não são lógicas, são políticas.
3️⃣ Ter coragem de romper padrões – o maior risco estratégico pode ser a estagnação.
A revolta contra a mediocridade
Nietzsche nos ensinou que a vida autêntica se constrói com propósito. O mesmo vale para o #conselheiro de uma empresa familiar. Um CR não pode ser apenas um validador do status quo – ele deve ser um provocador estratégico.
A verdadeira #governança não se faz só com regras. Se faz com visão, liderança e a capacidade de transformar um grupo de indivíduos em uma potência coletiva capaz de criar o futuro.
O Conselheiro de Resultado não repete decisões seguras. Ele garante que cada decisão leve a empresa para um novo patamar – e não de volta ao mesmo lugar.
Se você quer ir além e se tornar um Conselheiro de Resultado, minha próxima preparação está com vagas abertas. Quer participar? Acesse o link agora mesmo: https://lnkd.in/dGTgTMPE
CR 🦉✨
–
Artigo original: Leia aqui.
